domingo, 12 de dezembro de 2010

Mídia comercial trata como guerra a crise na Segurança Pública

Entre tantos protagonistas na crise da Segurança Pública fluminense, um se destacou: a mídia comercial. As emissoras de TV e rádio e os jornais de grande circulação conseguiram criar uma realidade à parte. Nela, os oficiais da polícia que mais mata e que mais morre no mundo tornaram-se heróis. A população acuada nas comunidades, com risco de ser atingida por balas perdidas, foi retratada como um conjunto de cidadãos grato à chegada “das forças do bem”. O pânico ganhou contornos de lucrativo espetáculo, transmitido ao longo de tardes inteiras. A cobertura televisiva assemelhou-se à transmissão de conflitos como o do Iraque. E a linguagem escolhida também foi a da guerra. Poucas vezes o jornalismo brasileiro esteve tão próximo da ficção.

A barbárie dos traficantes, e a reação policial, foram chamados pelos veículos de “Guerra do Rio”. Cláudia Santiago, do Núcleo Piratininga de Comunicação, critica a opção linguística. “Guerra de quem contra quem? Uma guerra na qual os inimigos são os traficantes das favelas, não por coincidência pobres, negros e candidatos a uma vida curtíssima. Não se lê nenhuma linha sobre os grandes chefes do tráfico: banqueiros, juízes, chefões políticos e militares, advogados”, acusa. Todo o linguajar midiático emprestou expressões da guerra. Inocentes assassinados pela polícia viraram “baixas civis”. A Vila Cruzeiro se transformou no “bunker do tráfico”. A data em que a polícia invadiu a favela tornou-se o “Dia D” – referência à chegada dos aliados à Normandia, na Segunda Guerra, decisiva para a derrota da Alemanha nazista.

A tomada do Complexo do Alemão foi retratada como uma vitória inédita, ponto de virada na história da cidade. E com cenas cinematográficas. As bandeiras do Brasil e do Rio de Janeiro, levantadas no alto do conjunto de favelas, lembraram a chegada do homem à lua. “O triste é que este espetáculo midiático faz com que muita gente de bem torça pelo extermínio destes jovens, como torcem pelo Rambo nos filmes de Hollywood. O fato é transformado em um grande espetáculo para ganhar a adesão das pessoas. E ganha”, lamenta Cláudia. O apoio à ação policial, considerada de sucesso pelos jornalistas e por boa parte dos comentaristas ouvidos pelos grandes veículos, aparentemente, encontrou eco junto à população do Rio.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

1°RioMafra Game of S.K.A.T.E!



éééé cabeças de cuia,a cultura de rua ta cada vez se destacando mais aki na cena de Riomafra,tanto o rap,hip hop,grafiti,etc... mas tbm o skate q não podia faltar é claro.

E a prova disso ééé... q esse final d semana(11 e 12/dez) vai rola um dos camp d skate mais esperados aki na city,o 1° Riomafra Game of S.K.A.T.E ( o famoso JETRIX),pra qem não ta ligado nessa modalidade vai uma breve explicação ai:

-teve incio na década de 1970 por skatistas do vertical Lance Mountain, Neil Blender e John Lucero, e depois foi adotado por skatistas da rua na década de 1980.
-a regra é simples,o primeiro skater define uma manobra de solo de sua escolha as vezes até de sua autoria,ai na sequencia os outros competidores tem q mandar a msm manobra,os q não tiverem exito acumulan letras em seu cartão ( S K A T E ) os competidores q xegarem a letra E tem direito a morte subita(ultima tentativa,café com leite) tipow,se num acerta dessa vez ja era nego GAME OVER pra vc
-e finalmente é definido o vencedor,o ultimo homen de pé,é o vencedor é claro,hahaha

E é assim q funciona a bagaça,pra qem tivé interesado,cola la no camp,garanto pra vcs um campeonato com muitas manobras,e muito" raprocnrollpsicodeliahardcoreragga" com FireWood & TriCdaL pra fik de cara meeeesmo.






Dexo aki tbm um salve pra galera da [U.s.B]crew q esta oragnizando a pira! SALVE SALVE

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

FireWood pancada contra a negligência,rumo a legalização de pensamentos



Ta ae galera um som totalmente nacional,direto do sul do nosso Brasilzão de varias culturas e ideologias,como ja diz meu blog,esse é pra dexa a mente enfumaçaaaada ¦)